O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fenomenologia e Esquizoanálise: diferenças
-
*Fenomenologia *e *esquizoanálise *oferecem perspectivas distintas para
pensar a experiência humana e o sofrimento psíquico na contemporaneidade.
Embora ...

0 comments:
Postar um comentário